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O paciente de UTI e as Infecções de Corrente Sanguínea (ISCs)

Tempo de Leitura: 3 Minutos

 

Quando um paciente fica internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital, o seu quadro clínico demanda cuidados especiais, como o monitoramento constante dos seus sinais vitais, funções respiratórias e do estado hemodinâmico. Geralmente, tal paciente se encontra mais fragilizado, o que faz com que os cuidados com ele precisem ser redobrados.

Além disso, os pacientes na UTI geralmente não são capazes de ingerir nutrientes, aumentando o risco de desnutrição e piora do seu estado de saúde. Em tais casos, existem diferentes alternativas de alimentação para que o paciente não fique sem receber os nutrientes necessários à sua sobrevivência, como a dieta parenteral, que pode ser administrada através de cateteres.

Os cateteres são dispositivos que foram desenvolvidos com o objetivo de permitir o acesso ao sistema vascular e, através deles, é possível administrar importantes substâncias diretamente nas veias, como:

  • Fluidos;
  • Nutrientes;
  • Medicações;
  • Hemoderivados;
  • Hemodiálise;
  • Quimioterapia.

Por isso, o acesso venoso através de cateteres é fundamental para o tratamento de pacientes, pois é por ele que os enfermos receberão medicamentos e nutrientes, essenciais para a sua saúde, que não podem ser administrados pela via oral!

Contudo, apesar de todos os seus benefícios, realizar procedimentos utilizando cateteres exige um grande cuidado para que não ocorram complicações para o paciente, afinal, esses dispositivos podem servir como meio para a Infecção de Corrente Sanguínea (ICS).

A aquisição de ISCs associadas a um cateter central é um grande problema de saúde pública ao redor do mundo, especialmente entre os pacientes internados nas Unidades de Tratamento Intensivo, sendo responsável não apenas pelo aumento do tempo de permanência na UTI e dos custos dos cuidados com a saúde como, também, causando o aumento da mortalidade. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 10% de mortalidade é atribuída a essa infecção e, no Brasil, esse número chega a 40% de acordo com um estudo da Brazilian SCOPE (Surveillance and Control of Pathogens of Epidemiological Importance).

Em cateteres de curta duração, a microbiota cutânea do próprio paciente é a principal fonte de contaminação, pois ela se move através da superfície externa do cateter. Já nos cateteres de longa duração, a contaminação normalmente acontece a partir do canhão e avança pela superfície do cateter, e os microrganismos nocivos desse tipo de contaminação normalmente são provenientes das mãos de um profissional de saúde.

Dito isso, fica clara a importância de manejar corretamente os cateteres a fim de garantir a segurança dos pacientes, principalmente ao se considerar que cerca de 50% dos enfermos internados em UTIs necessitam da inserção de um cateter venoso central (CVC), o que rompe a pele e possibilita a ocorrência de infecções por bactérias e fungos, microrganismos esses que podem atingir o acesso vascular durante a inserção através de:

  • Colonização da pele:
  • Contaminação das conexões;
  • Soluções contaminadas usadas para manter o cateter permeável;
  • Utilização de transdutores contaminados;
  • Via hematogênica de um foco infeccioso à distância.

Conhecendo todos esses riscos de infecção, é essencial utilizar soluções seguras e garantir que o procedimento seja realizado por um profissional especializado, pois, com a crescente resistência às soluções antimicrobianas, os riscos de complicações se tornam maiores.

Levando em consideração a relevância dessa questão, nós, da 3Albe, queremos ajudar nesse tema tão delicado que são as ICSs (Infecções de Corrente Sanguínea) associadas aos dispositivos venosos (Anvisa 2010 – CDC 2011). Tema esse que, infelizmente, associa-se ao aumento da taxa de mortalidade, do tempo de internação e dos custos relacionado à assistência dentro da UTI.

Por isso, em nosso catálogo você consegue encontrar as melhores soluções em cateter e acesso venoso, incluindo a Tecnologia Arrowg+ard – AGB, que se destina à proteção contra infecções de corrente sanguínea relacionada ao cateter, seja por bactérias Gram-positivos, Gram-negativos e/ou Fungos.

Essa tecnologia, presente no Cateter Venoso Central Arrowg+ard Blue Plus, consiste numa combinação patenteada de Clorexidina e Sulfadiazina de prata, impregnada da ponta ao hub do cateter internamente e externamente, e é recomendada pela Anvisa e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) como uma evidência para prevenção de ICS, tendo comprovado em mais de 30 estudos a sua capacidade de reduzir infecções, salvar vidas e diminuir custos, contribuindo significativamente com o combate desse problema mundial de saúde.

Para saber mais detalhes sobre essa e outras soluções visite o site da 3Albe e fale com um de nossos representantes! Temos um time de especialistas preparados para te ajudar a encontrar os melhores produtos para atender com excelência a demanda da sua instituição.

Fonte: Destaques 10 anos Proqualis: Prevenção de infecção de corrente sanguínea associada à cateter central | Proqualis


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